Gás Predial ART NBR 13523

Inspeção de Sistemas de
Gás Predial GLP/GN

Laudo técnico de instalações de GLP e Gás Natural conforme NBR 13523, NBR 15526 e NBR 14024. Verificação visual de central, reguladores, válvulas e tubulações.

Alerta de Segurança Crítica

Vazamento de gás pode causar explosão e morte! Inspeção anual com profissional habilitado é essencial para prevenir acidentes fatais e proteger vidas.

NBR
13523 / 15526
GLP
e Gás Natural
AVCB
CLCB / CERCON
ART
Laudo CREA
Componentes

O Sistema de
Gás Predial

Central de Gás / Abrigo

  • Localização e distâncias de segurança
  • Ventilação natural do hall/abrigo
  • Fixação e posição dos cilindros
  • Sinalização regulamentar
  • Proteção contra intempéries e impacto

Reguladores de Pressão

  • Regulador de 1º estágio (alta → média pressão)
  • Regulador de 2º estágio (média → baixa pressão)
  • Válvulas de segurança / alívio
  • Estado de conservação e vedação

Tubulações e Conexões

  • Tubos de cobre, aço ou polietileno
  • Verificação visual de corrosão
  • Estado das fixações e suportes
  • Proteção mecânica das tubulações

Dispositivos de Segurança

  • Válvulas de bloqueio automático
  • Detector de vazamento
  • Válvula de excesso de fluxo
  • Registros de corte por pavimento
Legislação

Normas
Aplicáveis

NBR 13523 GLP Instalações Prediais

Instalação de gás liquefeito de petróleo. Item 10.2 exige inspeção periódica anual por profissional habilitado, verificando segurança e funcionamento.

NBR 15526 Gás Natural Instalações

Redes de distribuição interna de gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais. Requisitos específicos para GN canalizado.

IT Corpo de Bombeiros
  • Goiás: IT 28/2017 e IT 29/2017 — Instalações de GLP e GN
  • Distrito Federal: NT específica para centrais de gás
  • NBR 14024 — Centrais prediais e industriais de GLP
  • AVCB/CLCB/CERCON exigem laudo atualizado da central
Atenção

Riscos de Instalação
Irregular

GLP — Gás Liquefeito

  • Mais pesado que o ar — acumula no chão
  • Faísca elétrica pode causar explosão
  • Cilindros sem fixação = tombamento + vazamento
  • Regulador vencido = pressão descontrolada

GN — Gás Natural

  • Mais leve que o ar — sobe e dispersa
  • Menor risco de acúmulo, mas igualmente inflamável
  • Rede canalizada com pressão contínua
  • Corrosão interna invisível
Consequências
  • Explosão e incêndio — risco de morte
  • Responsabilização criminal do síndico
  • Seguro negado — sem laudo, sem cobertura
  • Interdição do imóvel pelo Corpo de Bombeiros
  • Multas e processos judiciais

Fornecedores Atendidos

Liquigás, Ultragaz, Supergasbras, Consigaz, Nacional Gás, Copagaz, Comgás, CEG, Naturgy e todas as distribuidoras.

Dúvidas

Perguntas Frequentes

Qual a diferença entre GLP e Gás Natural?

GLP é distribuído em cilindros pressurizados, mais pesado que o ar. Gás Natural é fornecido por rede canalizada, mais leve que o ar. Ambos exigem inspeções conforme NBR 13523 (GLP) e NBR 15526 (GN).

Com que frequência devo inspecionar?

NBR 13523 recomenda inspeção anual das instalações, incluindo central, reguladores, válvulas e tubulações. Para AVCB/CERCON, muitos Corpos de Bombeiros exigem laudo atualizado.

O que é verificado na inspeção?

Localização e ventilação do hall/abrigo, fixação dos cilindros, reguladores de pressão, válvulas de segurança, tubulações (corrosão, fixações), sinalização e conformidade normativa.

O laudo atende certificadoras?

Sim. Laudo com ART aceito por distribuidoras, certificadoras (TÜV Rheinland, Bureau Veritas) e Corpo de Bombeiros para AVCB/CLCB/CERCON.

Onde vocês atendem?

Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Brasília (DF) e demais cidades de Goiás. Para outras localidades, consulte-nos.

Saiba Mais — Instalações de Gás Predial

Dúvidas técnicas frequentes com fundamentação em normas ABNT, NRs e legislação brasileira. Conteúdo elaborado por engenheiros da Proton.

Por que a proximidade entre medidores de gás e energia é crítica?

Durante a inspeção foi identificado vazamento de gás na região dos medidores, materializando o risco de ignição pela proximidade com a medição de energia elétrica. Isso evidencia que, mesmo com distanciamento aparentemente conforme normas do CBMGO, qualquer falha no sistema de gás expõe o local a risco elevado se não houver barreiras físicas e vedação adequada entre os abrigos. Recomenda-se, sob responsabilidade da construtora: garantir fechamento hermético das caixas e passagens, evitar comunicação direta entre compartimentos, prover ventilação forçada ou natural direcionada para o exterior e orientar as empresas instaladoras sobre zonas de risco. Ao condomínio cabe manter rotina de inspeção com detecção de gás e controle de acesso aos abrigos para prevenir intervenções inadequadas.

NBR 15923IT-29 CBMGO
Crítica Responsável: Construtora (mitigação) e Condomínio (inspeção rotineira)

Caixa de abrigo com abertura irregular é problema de uso?

Não. Quando a caixa foi instalada com abertura irregular para passagem de tubulação, sem o devido acabamento, deixando partes metálicas expostas com risco de corte, trata-se de vício de execução e acabamento. A instalação sem fechamento adequado compromete estanqueidade, acabamento e segurança do conjunto. É totalmente improcedente atribuir ao condomínio a responsabilidade. Cabe à construtora refazer a instalação com fechamento adequado das aberturas, acabamento completo, proteção das arestas metálicas e vedação correta da interface com a parede.

NBR 15923
Alta Responsável: Construtora

A falta de portinhola no abastecimento é item de manutenção?

Não. A ausência de portinhola na Central de Gás para abertura de abastecimento configura não conformidade de execução e segurança. A falta compromete fechamento físico e proteção do ponto de abastecimento, expondo componentes do sistema, favorecendo acesso indevido e aumentando risco de danos mecânicos, vandalismo e acidentes em área sensível (gás inflamável). Trata-se de elemento integrante do sistema que deveria ter sido entregue completo conforme normas de instalações de gás e diretrizes do Corpo de Bombeiros. A responsabilidade pelo fornecimento e instalação é da construtora.

NBR 15923IT-29 CBMGO
Alta Responsável: Construtora

Quando é possível reduzir a distância entre a central de GLP e um depósito de resíduos?

Somente quando todas as condições normativas forem comprovadamente atendidas. A NBR 13523 e a NT 28/2014 permitem considerar 3,0 m de afastamento quando os resíduos próximos são de fácil combustão (classe A) e existe barreira que obriga o caminhamento dos vapores acima de 3,0 m. Entretanto, essa barreira precisa ser classificada como parede corta-fogo com TRRF mínimo de 120 minutos conforme NBR 10636. Sem laudo ou memorial que comprove o desempenho, a redução não é válida e a construtora deve manter o distanciamento original ou adequar a parede com espessura e revestimentos ignífugos para garantir o isolamento equivalente.

NT 28/2014 CBMGONBR 13523NBR 10636
Crítica Responsável: Construtora

Qual é a norma que rege instalações de GLP em condomínios?

As duas normas principais são: (1) ABNT NBR 13523:2019 (Central predial de GLP) — define projeto, instalação, operação e manutenção de centrais de gás liquefeito de petróleo para edifícios. Abrange: dimensionamento da central (recipientes, vaporizadores, reguladores de pressão), distâncias de segurança entre a central e edificações/divisas/fontes de ignição (tabelas detalhadas por capacidade), ventilação e proteção da central, tubulação de distribuição e medição individualizada; (2) ABNT NBR 15526:2012 (Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais) — define projeto e execução da rede interna de gás, desde o regulador de pressão até os pontos de consumo (fogão, aquecedor). Requisitos de pressão de teste de estanqueidade (1,5 × pressão de operação, por no mínimo 15 minutos sem queda), materiais aceitos (cobre, aço) e proibidos (PVC, mangueiras não homologadas), ventilação dos ambientes com equipamentos a gás. Toda instalação deve ter ART de engenheiro habilitado. A Resolução ANP nº 62/2022 regulamenta as distribuidoras de GLP.

ABNT NBR 13523:2019ABNT NBR 15526:2012Resolução ANP nº 62/2022
Alta Responsável: Projetista / Construtora / Distribuidora

Como deve ser feito o teste de estanqueidade em instalações de gás?

O teste de estanqueidade é obrigatório para toda instalação de gás nova ou após reparos, conforme ABNT NBR 15526:2012: (1) A tubulação deve ser pressurizada com gás inerte (nitrogênio ou ar comprimido seco — NUNCA com GLP ou GN) à pressão de teste de 1,5 × a pressão máxima de operação, com mínimo de 200 kPa (2 kgf/cm²); (2) O tempo de teste deve ser suficiente para estabilização da temperatura: mínimo 15 minutos para redes até 100 m de comprimento e 30 minutos para redes maiores; (3) A medição é feita com manômetro calibrado com resolução mínima de 1 kPa; (4) O critério de aprovação é ZERO queda de pressão durante o período de teste (tolerância zero); (5) As conexões podem ser verificadas adicionalmente com solução espumógena (água com detergente); (6) O resultado deve ser registrado em laudo técnico com ART, identificando: trecho testado, pressão aplicada, duração, leitura inicial e final, resultado (aprovado/reprovado). Instalação de gás sem teste de estanqueidade documentado representa risco iminente de explosão e é motivo de interdição.

ABNT NBR 15526:2012, item 6.7ABNT NBR 13523:2019
Alta Responsável: Instalador / Engenheiro

Quais são os sinais de vazamento de gás e o que fazer?

Os sinais indicadores de vazamento de gás GLP/GN incluem: (1) Odor característico — o gás GLP (propano/butano) e o GN (metano) recebem adição de mercaptano (odorizante) pelas distribuidoras, conforme Resolução ANP, que lhes confere odor forte e característico. Se o cheiro for percebido, há vazamento; (2) Consumo anormal — se o consumo de gás aumentou sem alteração do uso, pode haver vazamento na rede interna; (3) Chama amarelada/alaranjada — em fogões e aquecedores indica combustão incompleta (ventilação insuficiente ou regulagem de ar); (4) Vegetação morta ao redor da central — em centrais externas enterradas, o gás no solo mata a vegetação. Procedimentos de emergência: NÃO acionar interruptores elétricos, NÃO usar celular ou qualquer fonte de ignição, ABRIR janelas e portas para ventilação, FECHAR o registro de gás (se acessível com segurança), EVACUAR o local, CHAMAR o Corpo de Bombeiros (193) e a distribuidora de gás. A NBR 15526 recomenda a instalação de detectores de gás em áreas de risco (casas de máquinas, centrais) com alarme sonoro e visual. A NR-20 complementa para ambientes industriais.

ABNT NBR 15526:2012ABNT NBR 13523:2019Resolução ANP nº 62/2022NR-20
Alta Responsável: Condomínio / Moradores

A medição individualizada de gás é obrigatória em condomínios?

Depende da legislação estadual/municipal e do tipo de instalação. A tendência legislativa é pela medição individualizada para promover consumo consciente e cobrança justa. Em Goiás, a Lei Estadual nº 14.447/2003 tornou obrigatória a medição individualizada de gás em novas edificações multifamiliares. No âmbito federal, a Lei nº 13.312/2016 estabeleceu que edificações condominiais residenciais devem adotar padrões de sustentabilidade, incluindo medição individualizada de água — o mesmo princípio é aplicado ao gás por legislações estaduais. A ABNT NBR 13523 prevê a instalação de medidores individuais (hidrômetros de gás) na central ou em shaft técnico, com leitura acessível. O projeto deve contemplar: válvula de corte individual por unidade, tubulação identificada, ventilação adequada do shaft de medição, e acesso para leitura/manutenção. Para condomínios existentes sem medição individual, a retrofit é possível mas requer projeto específico de engenheiro com ART.

ABNT NBR 13523:2019Lei Estadual GO nº 14.447/2003Lei nº 13.312/2016
Média Responsável: Construtora (novas) / Condomínio (retrofit)
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Gás Predial GLP/GN

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  • Goiânia e Região Metropolitana
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