AVCB/CLCB Brigada Plano de Emergência Simulação

Prevenção e Combate
a Incêndios
Ibitinga e Região

Soluções completas em segurança contra incêndio: regularização de AVCB/CLCB, formação de brigada de incêndio, simulações de emergência e elaboração de planos de emergência para galpões, indústrias de bordado e comércios.

Ibitinga: Capital do Bordado = Alto Risco

Com mais de 400 indústrias têxteis, Ibitinga concentra materiais altamente inflamáveis. Brigada treinada, plano de emergência e AVCB regularizado são obrigatórios — e a fiscalização do CBPMESP está cada vez mais rigorosa.

AVCB
Regularização
NR-23
Proteção Incêndio
NBR
14276 Brigada
ART
Laudo CREA
Serviços

Prevenção e Combate
a Incêndios

AVCB e CLCB

Regularização completa junto ao Corpo de Bombeiros de SP.

  • Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI)
  • Laudos técnicos de hidrantes, extintores e alarme
  • Protocolo e acompanhamento junto ao CBPMESP
  • Vistoria presencial e emissão do AVCB/CLCB
  • Renovação de AVCB vencido
  • Resolução de exigências técnicas

Brigada de Incêndio

Formação e treinamento conforme NBR 14276 e NR-23.

  • Formação inicial de brigadistas
  • Reciclagem anual obrigatória
  • Uso de extintores e hidrantes
  • Primeiros socorros
  • Técnicas de evacuação e resgate
  • Certificação com validade de 12 meses

Simulação de Emergência

Exercícios práticos de evacuação conforme NBR 15219.

  • Simulado de incêndio com evacuação total
  • Simulado de vazamento de gás/produtos químicos
  • Cronometragem e avaliação de desempenho
  • Relatório técnico com pontos de melhoria
  • Registro fotográfico e documental
  • Obrigatório para renovação do AVCB

Plano de Emergência

Documento obrigatório conforme NBR 15219 e IT 16 CBPMESP.

  • Identificação de riscos e cenários de emergência
  • Procedimentos de alarme e comunicação
  • Rotas de fuga e pontos de encontro
  • Organograma da brigada
  • Procedimentos de primeiros socorros
  • Plano de abandono da edificação
Brigada

Formação de
Brigadistas

Conteúdo Programático — NBR 14276

Parte Teórica

  • Teoria do fogo (triângulo e tetraedro)
  • Classes de incêndio (A, B, C, D, K)
  • Métodos de extinção
  • Agentes extintores e equipamentos
  • EPI de combate a incêndio
  • Plano de abandono e rotas de fuga

Parte Prática

  • Manuseio de extintores (PQS, CO₂, água)
  • Operação de hidrantes e mangueiras
  • Técnicas de busca e resgate
  • Primeiros socorros (RCP, imobilização)
  • Simulação de evacuação cronometrada
  • Combate a princípio de incêndio

Carga Horária

8 a 16 horas conforme nível de risco. Indústrias têxteis = risco alto = carga maior (16h).

Certificação

Certificado com validade de 12 meses. Reciclagem anual obrigatória. Registro em ata.

Dimensionamento

Calculamos a quantidade de brigadistas necessários conforme NBR 14276 e área/risco da edificação.

Plano

Plano de
Emergência

01

Identificação de Riscos

Análise completa dos riscos da edificação: incêndio, explosão, vazamento de gás, produtos químicos, desabamento e riscos elétricos.

02

Procedimentos Operacionais

Definição dos procedimentos de alarme, comunicação, combate a incêndio, primeiros socorros e evacuação para cada cenário identificado.

03

Rotas de Fuga e Pontos de Encontro

Projeto de rotas de fuga, sinalização fotoluminescente, iluminação de emergência e definição dos pontos de encontro seguros.

04

Treinamento e Simulação

Treinamento da brigada, divulgação do plano para todos os funcionários e realização de simulação de emergência documentada.

Base Legal
NR-23 — Proteção contra Incêndios NBR 14276 — Brigada de Incêndio NBR 15219 — Plano de Emergência IT 16 CBPMESP — Plano de Emergência IT 17 CBPMESP — Brigada de Incêndio Decreto 63.911/2018 — Segurança SP
Dúvidas

Perguntas Frequentes

Minha empresa precisa de brigada de incêndio?

Conforme a NR-23 e NBR 14276, toda empresa com risco de incêndio deve possuir brigada formada e treinada. Indústrias têxteis de Ibitinga são classificadas como risco alto, sendo a brigada obrigatória.

Com que frequência devo fazer simulação de emergência?

A NBR 14276 recomenda pelo menos uma simulação a cada 6 meses para risco alto e uma por ano para risco médio. Simulações são documentadas e obrigatórias para renovação do AVCB.

O que é plano de emergência e por que é obrigatório?

O plano de emergência é o documento que descreve todos os procedimentos a serem seguidos em caso de sinistro. Conforme NBR 15219 e IT 16 do CBPMESP, é obrigatório para obtenção e renovação do AVCB.

Qual a diferença entre plano de emergência e plano de abandono?

O plano de emergência é mais abrangente: cobre incêndio, vazamento, explosão, primeiros socorros e comunicação. O plano de abandono é uma parte dele, focado especificamente na evacuação segura da edificação com rotas de fuga e pontos de encontro.

A Proton atende outras cidades além de Ibitinga?

Sim. Atendemos Tabatinga, Borborema, Nova Europa, Itápolis, Araraquara, Taquaritinga, Bariri e toda a região central do interior paulista.

A brigada pode ser formada por funcionários da empresa?

Sim, e é o recomendado. A NBR 14276 prevê que brigadistas sejam funcionários da própria empresa, voluntários, que recebam treinamento específico. Nós formamos e certificamos a brigada in loco.

Saiba Mais — Incêndio, AVCB e CLCB

Dúvidas técnicas frequentes com fundamentação em normas ABNT, NRs e legislação brasileira. Conteúdo elaborado por engenheiros da Proton.

O que é o AVCB e por que ele é obrigatório?

O AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar que atesta que a edificação cumpre as exigências de segurança contra incêndio e pânico. A base legal federal é a Lei nº 13.425/2017 (Lei Kiss), promulgada após a tragédia da Boate Kiss em Santa Maria-RS (2013, 242 mortos). O art. 2º estabelece que 'é obrigatória a adequação das edificações às normas de segurança contra incêndio e pânico.' A CLT complementa no art. 200, IV, que cabe ao MTE normatizar 'proteção contra incêndio em geral e as medidas preventivas adequadas, com exigências ao especial revestimento de portas e paredes, construção de paredes contra-fogo, diques e outros anteparos.' Cada estado regulamenta seus próprios Códigos de Segurança e Proteção Contra Incêndios e Pânico (COSCIP). Sem AVCB válido: (a) a edificação não pode funcionar legalmente; (b) o alvará de funcionamento é indeferido pela prefeitura; (c) o seguro pode ser recusado; (d) o proprietário e o responsável técnico respondem civil e criminalmente em caso de sinistro.

Lei nº 13.425/2017 (Lei Kiss)CLT, art. 200, IVCOSCIP estadualDecreto estadual de segurança contra incêndio
Alta Responsável: Proprietário / Responsável técnico

Qual a diferença entre AVCB e CLCB?

AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e CLCB (Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros) são documentos que atestam conformidade com as normas de segurança contra incêndio, mas diferem em escopo e aplicabilidade: (1) AVCB — exigido para edificações de maior porte e risco (área superior ao limite definido pelo estado, edificações com público significativo, indústrias, hospitais). Requer vistoria presencial do Corpo de Bombeiros, análise de projeto aprovado e verificação de TODOS os sistemas instalados (hidrantes, sprinklers, alarme, iluminação de emergência, sinalização, extintores, saídas de emergência); (2) CLCB — destinado a edificações de menor porte e complexidade (geralmente comércios e serviços com área até o limite estadual, baixa lotação). É obtido por autodeclaração do proprietário ou responsável técnico, sem vistoria obrigatória (mas sujeito a fiscalização posterior). Em Goiás, o sistema CERCON (Certificado de Conformidade) do CBMGO é o equivalente ao CLCB para edificações simples. A validade varia por estado (geralmente 1 a 5 anos). Edificações com AVCB/CLCB vencido estão irregulares.

Lei nº 13.425/2017Legislação estadual (COSCIP)CBMGO — Sistema CERCON (Goiás)
Alta Responsável: Proprietário / Responsável técnico

Quais são os sistemas de proteção contra incêndio exigidos para edificações?

Os sistemas de proteção contra incêndio e pânico são classificados em ativos e passivos: SISTEMAS ATIVOS (combatem ou detectam o incêndio): (1) Extintores de incêndio — ABNT NBR 12693:2021; (2) Hidrantes e mangotinhos — ABNT NBR 13714:2000; (3) Chuveiros automáticos (sprinklers) — ABNT NBR 10897:2020; (4) Sistema de detecção e alarme — ABNT NBR 17240:2010; (5) Controle de fumaça — ABNT NBR 15828:2014. SISTEMAS PASSIVOS (protegem a estrutura e facilitam a evacuação): (1) Saídas de emergência — ABNT NBR 9077:2001; (2) Iluminação de emergência — ABNT NBR 10898:2013; (3) Sinalização de emergência — ABNT NBR 13434 (partes 1, 2 e 3); (4) Compartimentação e resistência ao fogo — ABNT NBR 14432:2001; (5) Portas corta-fogo — ABNT NBR 11742:2018; (6) Prescrições de afastamento — ABNT NBR 15575 e Código de Obras. A combinação de sistemas exigida depende da ocupação, da área, da altura e do risco da edificação, conforme Instruções Técnicas (ITs) do Corpo de Bombeiros estadual e o Código de Segurança Contra Incêndio vigente.

ABNT NBR 12693:2021 (Extintores)ABNT NBR 13714:2000 (Hidrantes)ABNT NBR 10897:2020 (Sprinklers)ABNT NBR 17240:2010 (Detecção e alarme)ABNT NBR 9077:2001 (Saídas de emergência)ABNT NBR 10898:2013 (Iluminação de emergência)
Alta Responsável: Projetista / Proprietário

O que é o PPCI e quem deve elaborá-lo?

O PPCI (Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio) — também chamado de Projeto Técnico de Segurança Contra Incêndio — é o projeto completo que especifica todos os sistemas de proteção contra incêndio e pânico necessários para a edificação. Deve ser elaborado por profissional habilitado (engenheiro civil, engenheiro de segurança do trabalho ou arquiteto com registro no CREA/CAU e habilitação específica), com ART ou RRT. O PPCI deve conter: (a) planta baixa com layout dos sistemas de proteção; (b) memorial descritivo de cada sistema; (c) dimensionamento hidráulico (hidrantes, sprinklers, reserva técnica de incêndio); (d) cálculo de lotação e dimensionamento de saídas de emergência (ABNT NBR 9077); (e) especificação de materiais e equipamentos por norma; (f) declaração de conformidade. O PPCI é submetido ao Corpo de Bombeiros para análise e aprovação ANTES da execução. Após aprovação e instalação dos sistemas, o Corpo de Bombeiros realiza vistoria para emissão do AVCB. Qualquer modificação posterior na edificação que altere área, ocupação ou risco exige novo PPCI.

Lei nº 13.425/2017ABNT NBR 9077:2001ABNT NBR 15219:2005 (Plano de emergência)Instruções Técnicas do CB estadualLei nº 5.194/1966 (ART)
Alta Responsável: Engenheiro / Arquiteto habilitado

Quais são as penalidades por não possuir AVCB válido?

As consequências de operar sem AVCB válido são severas e multiesféricas: (1) Administrativa — multas aplicadas pelo Corpo de Bombeiros e pela Prefeitura (indeferimento ou cassação do alvará de funcionamento). Em Goiás, a lei estadual prevê multas progressivas, embargo e interdição; (2) Criminal — a Lei nº 13.425/2017 (Lei Kiss, art. 3º) tipifica como infração criminal a conduta de quem permitir o funcionamento de estabelecimento sem AVCB. Em caso de incêndio com vítimas, os responsáveis podem responder por homicídio doloso eventual (quando assumem o risco conhecendo a irregularidade) — como ocorreu na Boate Kiss, onde os réus foram condenados a mais de 20 anos de reclusão; (3) Civil — responsabilidade por danos materiais e morais a terceiros (Código Civil, arts. 186 e 927); (4) Securitária — a seguradora pode recusar cobertura se a edificação não possuía AVCB válido na data do sinistro (agravamento de risco, Código Civil, art. 769); (5) Trabalhista — o art. 161 da CLT autoriza a interdição de estabelecimento em caso de 'grave e iminente risco', com pagamento de salários durante a paralisação.

Lei nº 13.425/2017, art. 3ºCLT, art. 161Código Civil, arts. 186, 769, 927Código Penal, arts. 121 e 132Lei estadual de segurança contra incêndio
Alta Responsável: Proprietário / Responsável técnico / Gestor

O que é a brigada de incêndio e quando ela é obrigatória?

A brigada de incêndio é o grupo organizado de trabalhadores voluntários ou designados, treinados para atuar em emergências (incêndio, evacuação, primeiros socorros). É regulamentada pela ABNT NBR 14276:2020 (Brigada de Incêndio — Requisitos e procedimentos). A obrigatoriedade varia conforme legislação estadual e federal: (1) A NR-23 (Proteção contra incêndios) obriga o empregador a adotar medidas de prevenção, incluindo pessoas capacitadas para operar os equipamentos e conduzir evacuação; (2) A Lei nº 13.425/2017, art. 2º, §1º, determina fiscalização periódica que inclui verificação de pessoal treinado; (3) A NBR 14276 define o dimensionamento mínimo por ocupação e área — por exemplo, edificações comerciais acima de 750 m² necessitam de brigadistas formados. A formação abrange: combate a princípio de incêndio, uso de extintores e hidrantes, técnicas de abandono de área, primeiros socorros e comunicação com Corpo de Bombeiros. A reciclagem é anual. Edificações sem brigada formada e documentada podem ter o AVCB indeferido ou cassado.

ABNT NBR 14276:2020NR-23 (Proteção contra incêndios)Lei nº 13.425/2017Instruções Técnicas do CB estadual
Alta Responsável: Empregador / Proprietário

Qual o dimensionamento correto da reserva técnica de incêndio (RTI)?

A Reserva Técnica de Incêndio (RTI) é o volume de água exclusivamente destinado ao combate a incêndio, que deve estar permanentemente disponível no reservatório da edificação. O dimensionamento segue a ABNT NBR 13714:2000 (hidrantes e mangotinhos) e ABNT NBR 10897:2020 (sprinklers), considerando: (1) Para sistema de hidrantes: a RTI mínima depende do tipo de sistema — Tipo 1 (mangotinhos de 25mm): mínimo de 2.800 litros; Tipo 2 (mangueiras de 40mm): variável conforme vazão e autonomia, geralmente de 6.000 a 12.000 litros; Tipo 3 (mangueiras de 65mm): acima de 12.000 litros; (2) Para sprinklers: a NBR 10897 define a reserva conforme classificação de risco (leve, ordinário ou extraordinário), área de operação e densidade de aplicação — variando de 19.000 a mais de 100.000 litros; (3) A RTI não pode ser compartilhada com o consumo predial sem barrilete de separação ou dispositivo que garanta a reserva mínima. Em Goiás, as Instruções Técnicas do CBMGO podem exigir volumes superiores às normas ABNT dependendo da classificação da ocupação. A insuficiência de RTI é motivo para indeferimento do AVCB.

ABNT NBR 13714:2000ABNT NBR 10897:2020Instruções Técnicas do CB estadualABNT NBR 5626 (Sistemas prediais de água)
Alta Responsável: Projetista / Engenheiro Civil

O que é o CERCON do Corpo de Bombeiros de Goiás?

O CERCON (Certificado de Conformidade) é o sistema eletrônico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) para emissão de documentos de regularização de edificações quanto à segurança contra incêndio e pânico. Regulamentado pela legislação estadual de Goiás (Lei Estadual e Decreto regulamentador do COSCIP-GO), o CERCON permite que estabelecimentos de baixa complexidade obtenham certificação por autodeclaração do responsável ou do engenheiro/arquiteto signatário, sem necessidade de vistoria prévia do Corpo de Bombeiros — similar ao CLCB de outros estados. No entanto, o Corpo de Bombeiros reserva o direito de realizar vistorias aleatórias ou motivadas, e sua informação falsa configura crime (falsidade ideológica, art. 299, CP). Para edificações de maior complexidade, o CERCON exige projeto técnico aprovado e vistoria presencial (equivalente ao AVCB). A PROTON realiza a assessoria completa: elaboração do PPCI, acompanhamento de aprovação no CBMGO, execução das adequações necessárias e obtenção do CERCON, com ART de engenheiro de segurança do trabalho.

COSCIP-GO (Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico de Goiás)Lei nº 13.425/2017Código Penal, art. 299 (falsidade ideológica)CBMGO — Sistema CERCON
Alta Responsável: Proprietário / Engenheiro habilitado

A Lei Kiss (nº 13.425/2017) se aplica apenas a casas noturnas?

Não. A Lei nº 13.425/2017, embora tenha sido motivada pelo incêndio na Boate Kiss, aplica-se a TODAS as edificações e áreas de risco. O art. 1º estabelece que a lei 'dispõe sobre as medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público.' O art. 2º é claro: 'é obrigatória a adequação das edificações às normas de segurança contra incêndio e pânico.' A Lei Kiss trouxe exigências relevantes para todos os setores: (1) Obriga Estados e Municípios a legislarem sobre prevenção contra incêndio (art. 2º, §1º); (2) Exige que o Corpo de Bombeiros tenha estrutura adequada para fiscalização (art. 2º, §2º); (3) Estabelece regras para eventos temporários com público significativo; (4) Responsabiliza solidariamente proprietários, administradores, construtores e responsáveis técnicos (art. 3º); (5) Torna obrigatória a autorização do Corpo de Bombeiros para funcionamento de estabelecimentos. Na prática, a Lei Kiss é invocada em qualquer ação judicial envolvendo incêndio em edificação irregular — independentemente do tipo de uso.

Lei nº 13.425/2017, arts. 1º, 2º e 3ºCLT, art. 200, IVCódigo Civil, art. 927 (responsabilidade objetiva)
Alta Responsável: Proprietário / Poder Público / RT

Qual a periodicidade obrigatória de manutenção dos sistemas de combate a incêndio?

As manutenções dos sistemas de combate a incêndio seguem periodicidades definidas por norma e legislação: (1) Extintores — inspeção mensal visual + recarga anual ou quando utilizado + teste hidrostático a cada 5 anos (ABNT NBR 12693 e IT do CB); (2) Hidrantes — teste trimestral de funcionamento (válvulas, mangueiras, esguichos) + teste hidrostático de mangueiras a cada 5 anos (ABNT NBR 13714); (3) Sprinklers — inspeção semanal do sistema de alarme, trimestral das válvulas de governo e alarme, anual completa + teste de fluxo (ABNT NBR 10897 e NFPA 25); (4) Sistema de detecção e alarme — teste mensal dos acionadores manuais, semestral dos detectores, anual completo (ABNT NBR 17240); (5) Iluminação de emergência — teste mensal de funcionamento por 1 hora + teste anual de autonomia completa (ABNT NBR 10898); (6) Portas corta-fogo — inspeção semestral (ABNT NBR 11742); (7) Grupo moto-gerador de emergência — teste mensal sob carga. Todas as manutenções devem ser documentadas em livro ou sistema eletrônico. A falta de registro de manutenção é motivo para indeferimento ou cassação do AVCB e agravante em sinistro.

ABNT NBR 12693 (Extintores)ABNT NBR 13714 (Hidrantes)ABNT NBR 10897 (Sprinklers)ABNT NBR 17240 (Detecção e alarme)ABNT NBR 10898 (Iluminação de emergência)NFPA 25 (Inspeção e manutenção)
Alta Responsável: Proprietário / Síndico / Gestor
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Engª Marina Saccardo

Engenheira Mecânica | Engenheira de Segurança do Trabalho

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